Abordagem
Minha prática clínica é orientada pela Psicanálise.
Acredito que aquilo que vivemos nem sempre encontra palavras de imediato. Muitas vezes, o sofrimento aparece por meio de sentimentos, conflitos, sintomas, repetições ou situações que parecem difíceis de compreender.
Por meio da associação livre, você é convidado(a) a falar sobre aquilo que vier à mente, sem a necessidade de organizar ou selecionar previamente o que dizer. É nesse movimento que podem aparecer lembranças, contradições, afetos e desejos, possibilitando uma aproximação com aquilo que, muitas vezes, permanece inconsciente.
O trabalho não consiste em oferecer respostas prontas, mas em acompanhar esse processo de descoberta e elaboração, permitindo que novas perguntas possam surgir a partir daquilo que você vive.
O que há de meu nisso de que me queixo?
Qual é a minha verdade?
São perguntas que podem acompanhar o percurso analítico e possibilitar uma relação diferente com a própria história.